Mostrando postagens com marcador blog. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador blog. Mostrar todas as postagens

23 de out. de 2020

Fim do blogue

Sim, esta é minha última postagem aqui. Esta é minha despedida. Não um adeus, apenas um tchau.

Foram seis anos de blogue, e seis anos de muito aprendizado.

Refleti muito e percebi que chegou a hora de seguir em frente. Essu garote alternative agora cresceu e é uma pessoinha adulta com outros focos, outros objetivos, e outros projetos.

Deixarei o blogue aí do jeitinho que está. Com tudo que escrevi, sem alterar nada. Aqui deixo meus sentimentos e pensamentos, minhas reflexões, um histórico de ativismo e crescimento, minhas falhas, meus acertos, meu crescimento, minhas descobertas, um pedaço do meu mundo que decidi expor e registrar na Internet.

Não estou triste com isso. Estou até aliviade. Aqui estava muito estagnado, como se eu não quisesse fechar um ciclo. E agora estou fechando. Mas meu trabalho não acaba por aqui.

Quem quiser acompanhar a mim e meu trabalho, basta procurar por Vitor Rubião. Sou fácil de achar. Mesmo assim, deixarei abaixo minhas redes sociais e meus outros espaços de conteúdo.

Olho para trás e penso em tanta coisa negativa que falei por aqui, com ou sem necessidade. Então aqui vão cinco coisas positivas para se fazer: plantar uma árvore, dançar músicas no quarto, pesquisar sobre um tema desconhecido, caminhar num parque, e fazer autocrítica.

Lembrem-se sempre que a maior constância do Universo é a mudança.

Vocês podem me encontrar em:

https://www.instagram.com/vitor.rubiao

https://colorid.es/@vitorrubiao

https://medium.com/@vitor_rubiao

https://bloguealternative.wordpress.com

Até!

27 de out. de 2019

Quinto aniversário

Bem, eu meio que esqueci do aniversário do blogue, que foi dia 12. Nesse dia o blogue chegou ao seus cinco anos.

Não tenho muito o que dizer além de que minha experiência com o blogue foi muito boa. O blogue me fez crescer como pessoa e como ativista também. E me dá certo orgulho em saber que pessoas vêm aqui para se informar ou mesmo se entender.

Claro que não fiz tudo sozinhe. Tive ajuda e orientação de muita gente pra chegar onde cheguei. Ainda darei todos os devidos créditos. Futuramente.

Estive meio distante, como podem ver pelo número de artigos que estive escrevendo de uns meses pra cá. Faz parte. Estive focando em outras coisas, como o novo blogue.

Pensei que deixaria o blogue acabar esse ano. Mas decidi que não. Ainda o manterei por um tempo. Ainda assim, sinto que a hora está próxima. Provavelmente manterei meus textos no novo blogue, no Medium, e mais algum outro espaço.

Enfim, parabéns ao blogue e a mim como sue criadore, autore e administradore.

E a todes que apreciam meu conteúdo, muito obrigade! ♥️

14 de abr. de 2019

Novo nome

Bem, finalmente mudei o nome do blogue, o que inclui o endereço.

Larguei definitivamente a identidade Betsu-no-Shounen ou Um Garoto Alternativo. Agora sou oficialmente Ume Garote Alternative.

Todos os links de artigos anteriores agora estão inválidos com o novo URL. Isso pode ser um problema para quem tinha links guardados ou postados em algum lugar.

Tinha receio de mudar o endereço por isso. Não pude deixar de reparar que tive pouquíssimas visualizações desde a mudança, que faz uns dois dias. Pelo menos, creio eu, artigos antigos e desatualizados não terão mais tanta atenção.

Mas meu conteúdo não mudou. Então acredito que pessoas continuarão chegando até aqui pesquisando pelos assuntos que abordo.

Talvez eu divulgue artigos que acho mais relevantes, assim o blogue pode voltar a ter mais atenção após essa mudança.

Adoto linguagem -/elu/e há mais de um ano. Estava esquisito manter aquele nome e aquela identidade que também estava estranha.

Não sei se o blogue passará do quinto ano. Tenho outros planos. Mas não poderia deixar esse espaço sem essa mudança. Se eu fizer um novo blogue, deixarei esse aqui do jeito que está, como se fosse uma herança.

Mais uma mudança marcando uma nova fase desse humilde espaço cheio de esquisitices, transgressões, polêmicas e diversidade.

23 de mar. de 2019

Pausa

Bem, acho que essa foi a pausa mais longa que fiz em todos esses anos, mas voltamos. E quando digo nós quero dizer só eu mesmo rs.

E nem vim escrever algo importante, apenas dizer que o blogue não acabou não. Foram mais de quatro anos escrevendo dois artigos toda semana. Precisei de uma pausa.

Estive refletindo sobre muita coisa, fazendo uns outros projetos, e colhendo assuntos interessantes (e polêmicos) pra adicionar nesse espaçosinho que nem pensei que marcaria minha vida.

Para quem tiver interesse, escrevi esses dias o Manual sobre a linguagem de pessoas não-binárias em mídias traduzidas, que, pra minha surpresa, se espalhou muito no Twitter.

É isso.

23 de fev. de 2019

Uma crítica e minha resposta

Ontem decidi pesquisar a palavra exorsexismo na busca do Facebook pra ver o que eu encontrava. Como esperado, achei quase só postagens minhas. Até que achei uma postagem peculiar citando essa e outras palavras usadas aqui.

A postagem era uma crítica a "um fulano" que usa esses termos (heterossexismo, cissexismo, monossexismo, exorsexismo, amatonormatividade, exclusionistas, falses aliades), que se diz militante com orgulho e que chama todo mundo que não entende esses contextos de burro.

Eu não tive dúvida alguma que essa pessoa estava falando de mim. Apesar da chacota e da distorção, sou a única pessoa que bate com essa descrição.

Minha reação? A princípio, achei uma postagem cômica por ser uma indireta que eu não esperava e que talvez jamais chegasse a mim. Depois eu reli, pois ainda considerei que no meio daquilo tudo houvesse um pingo de razão. Continuei achando uma postagem tosca e desnecessária. E vou explicar.

Primeiro de tudo, gostaria muito que esse indivíduo apontasse onde chamo as pessoas de burras só por "não entenderem os contextos" dos quais falo aqui. Um dos meus objetivos aqui é justamente trazer informação. Com certeza sou ignorante pra muita coisa. Isso não é defeito. Isso não é uma sina.

Segundo, o problema são as palavras e a neolinguagem? A pessoa chamou tudo isso de "necessidade de se destacar e modificar um nicho próprio". Quando você usa terminologias diferentes e vai além do básico ou comum, algum destaque você terá. Nicho próprio? Qual, exatamente? Falo de vários segmentos da comunidade e de vários assuntos pertinentes a muita gente, não apenas meus próprios grupos. E mesmo que fosse isso, se fosse essa proposta daqui, estaria tudo certo.

Só pra constar, heterossexismo e cissexismo não são palavras desconhecidas. O resto, bom, eu até entendo. Só que se incomodar com termos que falam de opressões ainda muito pouco discutidas é bem tosco e mostra descaso. E que conveniente vindo de alguém que nem sofre essas opressões, né?

Esse blogue é meu espaço. Tenho direito de escrever e me comunicar como quero. Uso palavras acadêmicas? Uso. Agora fico jogando elas aos quatro ventos em toda discussão com qualquer pessoa? Hm, não. Aliás, minha conduta no blogue não reflete minha conduta em outros espaços virtuais e nem pessoalmente.

Não acho viável eu ficar falando o significado desses termos sempre que eu for usar. Quem vem aqui do nada pode até se perder com essas palavras. Só que à direita existem links com glossários onde a pessoa pode encontrar essas palavras. No final dos artigos tem tags que podem levar a pessoa a outras páginas com explicações. Aqui não tem palavra nova e jogada sem contexto. Quem tem interesse pode pesquisar por aqui ou mesmo jogar no Google.

E mesmo que a pessoa nem pesquise, meus textos ainda podem ser compreendidos sem as pessoas precisarem aprender certinho todos os termos. Até porque aqui desenvolvo os assuntos que quero falar. Não preciso falar exorsexismo o tempo inteiro; basta eu relatar ações que envolvem essa opressão. E se a pessoa entender isso, é o que mais importa.

Não vou deixar de usar esses termos, os quais já estão explicados e que são importantes de serem falados, só porque uma galerinha incomodada com termos novos não quer. Assim como homofobia, transfobia etc já foram palavras desconhecidas, essas ainda são. E como elas serão conhecidas se eu não falar?

Por fim... revolucionar com panelinhas? Que panelinha é essa que eu tenho? Só se for a panelinha das pessoas que vão além de LGBT e estão preocupadas com inclusão, recorte, interseccionalidade e temas que o "Movimento LGBT" ignora. Se isso te incomoda, na boa, você é o real problema aqui.

Não é possível criar um espaço pra literalmente todo mundo. Se meu conteúdo não te contempla e nem te acrescenta, tudo bem. Muita coisa também não me contempla e não acrescenta. Agora críticas toscas como essas não serão consideradas.

Ainda me pergunto se a pessoa é crítica assim com outros espaços ou outras pessoas desse ativismo perfeito o qual ela deve fazer parte.



9 de jan. de 2019

Orgulho

Estava aqui pensando: "hmmm, o que fazer de especial no artigo número 400?"

Pensei, pensei, pensei. E não me veio nada criativo (além de postar fotos sensuais haha).

Então vou postar aqui imagens estéticas de orgulho. Podem ser usadas como papeis de parede em PCs ou aparelhos móveis. Não vai ter de tudo, mas espero que gostem e aproveitem.











































Fontes:

http://schizy-angel.tumblr.com/post/162456250213/alright-so-its-the-end-of-pride-month-and-i
https://cat13potat.tumblr.com/tagged/geo-sexuality-flags
http://star-plasma.tumblr.com/tagged/art
https://www.deviantart.com/amybluee42/gallery/
https://therealshootingstar.tumblr.com/post/141373585950/i-made-some-galaxy-lgbt-pride-flags-free-to-use
https://crystalprideflags.tumblr.com/post/161344103957/happy-pride-month-to-everyone-including



14 de out. de 2018

Ano IV

É, minha gente. Quatro anos nessa porra.

Quatro anos de artigos polêmicos, desnecessários, motivos de chacota...

Brincadeira.

Gostaria muito de estar comemorando esses quatro anos num período menos agitado como foi nas outras vezes. MAS...

Em todo caso, sigo aqui firme e forte. Sigo aqui escrevendo o que quero. Sigo aqui tentando espalhar informação. Sigo aqui falando sobre diversidade. Sigo aqui procurando plantar uma semente pro futuro da comunidade LGBTQIAPN+ brasileira.

Sigo tentando trazer novas palavras, conscientizando sobre temas de dentro da comunidade e interseccionados, falando de uma diversidade bem maior que muites ainda desconhecem por aqui, e procurando abranger o máximo de grupos marginalizados que consigo.

Se chegarei ao quinto ano, não sei dizer por vários motivos. Não estou fazendo drama nem insinuando que irei, sei lá, morrer. Acontece que estive tendo outros planos, e um deles envolve parar com o blog para criar algo muito melhor.

Me dando agora o luxo de ser orgulhose, mesmo admitindo minhas falhas e limitações aqui, esse blog é uma iniciativa que poucas pessoas tiveram e levaram à diante na Internet brasileira; a iniciativa de criar um grande espaço para toda a diversidade de atração, gênero e corporalidade.

Essa mesma diversidade da qual faço parte é minha causa. Essa causa é uma das minhas motivações para acordar todo dia. Essa motivação me impulsiona para viver e lutar e resistir. A comunidade LGBTQIAPN+ sempre foi marcada por esses três verbos.

Sigo fazendo esse trabalho aprendendo e melhorando a cada dia. Sigo com minhas outras atividades fora daqui. E sigo sendo eu mesme, vivendo para militar e militando para viver.

Beijas em vossas almas, querides leitories.



22 de set. de 2018

Nota de esclarecimento

Ontem recebi um comentário dizendo que eu só aceito e respondo os comentários que eu quero.

Pois bem... é verdade. :D

Esse blog não é uma democracia. ^^

Que absurdo, né? Não, não é absurdo. Agora falando sério...

Esse blog é meu espaço. Tenho autonomia aqui e faço o que quero. Talvez seja o único local virtual onde sou plenamente livre.

Não permiti que pessoas comentassem à vontade nas postagens porque previ comentários escrotos. E, bem, quase todos os comentários que não permiti até hoje eram dessa natureza. Teve um ou outro que eram apenas banais ou bem desinformados.

Se vocês acham que sou obrigade a ler escrotice, deixar ela ser lida pelo resto do mundo, e que ainda tenho que responder, bom, vocês se enganaram, e estão mais do que convidades a fazerem isso em seus próprios espaços.

Uma coisa é a pessoa não entender algo e pedir explicação ou querer realmente debater. Outra é ela rejeitar tudo que falei e ainda fazer questão de me responder com agressividade, preconceito, ironia e verborreia. E quem quiser falar diretamente comigo e discutir, tenho minhas redes sociais, que são mais liberadas que aqui.

Os artigos que mais atraem gente escrota são XX e XY e Assexual - Grissexual - Alossexual (curiosamente foram postados em sequência haha). São artigos de 2016 com ideias ultrapassadas e conceitos equivocados. E nem adianta postar um link com artigos mais atualizados, as pessoas pelo visto têm preguiça de clicar no link...

Sobre o sexo biológico, bem, não há muito o que se fazer por quem não entendeu a ideia que defendi. Ninguém é obrigade a aceitar. Agora me responder distorcendo o que falei, me chamando de esquerdista/comunista, e rebatendo com tudo que contra-argumentei no texto inteiro, não vou perder meu tempo respondendo alguém assim. É igual falar com uma porta.

Se alguém realmente não entendeu o motivo de haver tantas identidades, estou colocando aqui dois artigos explicando. Isso foi o que mais gerou polêmica no artigo sobre o espectro assexual. E eu até compreendo quem pode achar essas identidades esquisitas e questionar a utilidade delas. Agora chegar no meu texto só invalidando e tirando sarro de tudo que escrevi, não, isso não é debate.

O melhor de tudo é que a maioria dos comentários escrotos até hoje foi de pessoas anônimas. Incluindo esse de ontem. Ué, me cobra democracia, mas nem sai do anonimato? Que luxo, né? E comentários escrotos anônimos definitivamente não merecem atenção.

Enfim, resumindo: comentários escrotos não serão aprovados. As pessoas têm a vastidão da Internet pra falar escrotice. Aqui não. Paz!



8 de ago. de 2018

O que faltou...

Estou meio sem o que falar no momento, então vou compartilhar algo que estive pensando faz um tempo. Sobre coisas que acredito que faltaram por aqui.

Nesse meu contato com os ativismos sociais, percebi que as pessoas, preocupadas com o bem-estar geral, recorrem muito a um recurso chamado AC: alerta de conteúdo (ou em inglês, CW; content warning).

Para quem não sabe, um AC serve para avisar com antecedência sobre os temas de um texto. Os ativismos sociais tratam de gente e grupos alvos de opressões. Ler um relato que envolva uma opressão pode ser um gatilho, algo que possa deixar a pessoa ansiosa, depressiva, nervosa, enfim.

Acredito que não abordei tantas coisas pesadas aqui e com frequência, mas agora me arrependo muito de não ter colocado alertas nos meus textos. Tá, ninguém nunca reclamou, porém isso é importante. Não sei o estado mental de quem está lendo algo meu.

Outra coisa que faltou é maior inclusividade com pessoas deficientes visuais. Está se tornando cada vez mais comum descrições de imagens e gifs. Se bem que não sou muito de colocar imagens nos artigos. Mas também considero importante.

A descrição é para leitores de tela, que assim vão reconhecer as palavras e ditá-las para a pessoa, pois esses programas de computador não conseguem ler imagens.

Não posso vir aqui e dizer que esse blog é para todes se não estou pensando em todes.

Não estranhem os recursos AC e descrição de imagem a partir de hoje. E se forem produtories de conteúdo, recomendo que os utilizem também. Vamos espalhar essas práticas.



3 de jan. de 2018

Nova linguagem do blog

Após muita reflexão e contato com outros espaços inclusivos, decidi fazer uma mudança importante aqui no blog.

A língua portuguesa é estruturada de uma forma binária e cisnormativa que apaga o feminino (quando junto ao masculino) e não abre possibilidades para quem não deseja utilizar as linguagens convencionais. Hora de afrontar as normas e mostrar que a língua não é imutável.

Decidi adotar a neolinguagem que pode ser encontrada em alguns poucos sites feitos para o público LGBTQIAP+. Essa nova estrutura linguística tem por objetivo trazer uma neutralidade que não dependa do masculino. E também para ser mais inclusiva com identidades não-binárias.

Vou explicar as mudanças. São fáceis de entender e não vão bagunçar o blog ou interferir na compreensão dos textos.

A vogal E é a nova neutralidade e será adotada em todas as palavras neutras ditas no masculino. Ou seja, todos agora será todes. Outros exemplos: aliados / aliades; muitos / muites; algum / algume, um / ume. Também será adotada para pessoas n-b cuja identidade não é nem masculina ou feminina (e que aprovem tal linguagem).

E com isso haverá o artigo e(s). Como "e" é elemento de adição e ligação, tentarei não usar muito seu singular. Até porque também prefiro evitar artigos, mesmo que sejam os binários. Em todo caso, alguns exemplos: devolvi o livro para e Ariel; es profissionais estão preocupades.

Adjetivos terminados em "ca(s)" e "co(s)" na forma neutra terão "que(s)" no final. Exemplos: médicos, médicas e médiques; elu não é fraque; elus são arromântiques. E adjetivos terminados em "ga(s)" e "go(s)" terão "gue(s)". Exemplo: amigue.

Palavras que no plural terminam em "es" agora terminarão em "ies". Exemplos: trabalhadores / trabalhadories; professores / professories.

No caso dos números só 1 e 2, que têm versões binárias, além de ume também haverá dues. Exemplo: elus dues são estudantes.

Além dos pronomes ele e ela, vou adotar o neopronome elu para pessoas cujo gênero é desconhecido ou não especificado. E claro para pessoas que o utilizem ou não se incomodam com ele. O pronome eles, quando usado para neutralidade, será substituído por elus. Exemplo: eles estavam reivindicando seus direitos / elus estavam reivindicando seus direitos. 

O mesmo acontece com os demais pronomes: dele(s), dela(s) / delu(s), nele(s), nela(s) / nelu(s); (d/n)aquele(s), (d/n)aquela(s) / (d/n)aquelu(s); (d/n)esse(s), (d/n)essa(s) / (d/n)essu(s); (d/n)este(s), (d/n)esta(s) / (d/n)estu(s). E junto com seu(s) e sua(s) haverá sue(s) e com meu(s) e minha(s) haverá mi(s)*. Alguns exemplos: essa casa é delus; o pronome ile está disponível para aquelus que desejarem; chame sues amigues para a festa.
*Obs: há pessoas e espaços que utilizam minhe(s). Exemplo: elu é minhe parceire.

Também haverá neutralidade quando os pronomes ou alguma outra palavra estiverem se referindo a dois ou mais elementos com gêneros diferentes. Exemplos: as características incluem seu gênero, sexualidade e corporalidade / as características incluem sue gênero, sexualidade e corporalidade; estamos indo nesses encontros e reuniões / estamos indo nessus encontros e reuniões; várias pessoas e sites usam neolinguagem / váries pessoas e sites usam neolinguagem.

Sobre X e @, não os utilizarei mais porque: estão caindo em desuso, não são lidos em dispositivos para pessoas cegas, e não são pronunciáveis.

Ainda listarei palavras alternativas para conjuntos binários, sejam palavras já existentes ou novas. Continuarei escrevendo da forma mais neutra possível dentro das normas convencionais do nosso idioma. Adotarei a neolinguagem quando for oportuno e a única forma de neutralizar as palavras.

Enfim, sejam bem-vindes a uma nova fase do blog. Que comece 2018.



14 de out. de 2017

Terceiro ano

Anteontem o blog fez 3 aninhos. Eu pretendia lançar esse artigo na quarta-feira, mas sabe como é, sou enrolado hahaha.

Chegay ao terceiro ano de blog!

Quase 300 artigos e mais de 61 mil visualizações.

Escrevi há um tempo umas mudanças que fiz por aqui. Acredito que não necessitarei no momento de alguma grande reforma.

Posso dizer que esse ano de 2017 foi o ano em que mais tive contato com as militâncias e ativismos e as comunidades as quais não faço parte - negra, feminina, LBTIA. E também estou me aproximando de grupos socialistas que militam a favor da classe trabalhadora.

No entanto, falta muito para melhorar. Há conteúdo para ser atualizado, preciso abordar sobre outros grupos e suas pautas, e vou me comprometer a trazer informações que ainda não foram traduzidas para nosso idioma.

Fico feliz em saber que o blog tem uma boa visibilidade e que consegui ajudar pessoas através dele. Meu objetivo é apenas melhorar. E tenho muita sorte que existem pessoas e fontes me guiando e me trazendo novas perspectivas.

Por isso quero anunciar o site Orientando, cuja proposta é ser um espaço de aprendizado sobre o universo LGBTQIAP+. Sou voluntário lá faz mais de um mês e estive tendo acesso a conhecimentos bem diferentes.

Sigo firme e forte, aprendendo mais e mais, desenvolvendo e expandindo minha militância, trabalhando para oferecer um conteúdo de qualidade a todxs que estiverem procurando, e oferecendo sempre apoio e orientação a quem precisar.

Obrigado! 🌈



3 de ago. de 2017

Mudanças aqui e ali

Bem, o artigo de hoje não é nada de demais. Fiz algumas mudanças nesse humilde espaço. Troquei o fundo e coloquei esse novo cabeçalho super ultra mega extravagante hahaha. Na verdade era apenas um teste, no fim gostei e decidi deixar.

Pessoas, em meio a essas mudanças, peguei um momento para analisar toda minha trajetória. 

Primeiramente, fico besta em perceber que logo serão 3 anos de blog. Então estou há 3 anos escrevendo artigos todo mês, geralmente dois numa semana. Isso é muita coisa!!! 'o'

Segundamente, percebi o quanto cresci, o quanto fui melhorando no conteúdo. Preciso melhorar mais, não estou satisfeito. Mas posso me alegrar e dizer que consegui criar algo muito bom aqui.

Continuarei firme aqui, trazendo uma variedade de assunto sem perder foco nas militâncias e ativismos sociais. Tudo isso é parte de mim agora.

Sobre as mudanças, decidi agora adotar mais a sigla LGBTQIAP+ do que LGBT ou LGBT+ (a que eu estava me acostumando). Preciso expandir mais meus horizontes e abordar mais sobre toda a comunidade. Não que eu já não tenha falado sobre os grupos fora da sigla oficial (ainda é LGBT), mas agora mostrarei apoio maior.

Acham a sigla extensa? Sem problema, podem ler como LGBT. Ou melhor, posso até explicá-la. Mas mesmo LGBT+ não estava, a meu ver, representando todas as identidades que deveria representar. Claro que será uma mudança gradativa. Ainda me apresentarei pessoalmente como LGBT, para melhor compreensão das outras pessoas. Mas a mudança é necessária.

Outra coisa, os termos que costumo utilizar vão mudar. LGBTfobia é uma palavra que vou excluir, pois não inclui toda a comunidade (embora eu usasse sempre pensando em todxs). Os preconceitos, como homofobia, transfobia, etc serão substituídos por heteronormatividade, cisnormatividade etc, principalmente quando o contexto do artigo for mais político.

Sempre me identifiquei com as ideias de esquerda. Porém, no cenário atual e após muita reflexão, não estou mais querendo utilizar o "rótulo" de esquerdista. Agora me apresentarei como progressista, apoiarei medidas que acredito que visem o progresso social e político. Continuo sendo contrário ao lado conservador e reacionário.

Podem talvez parecer atitudes pouco relevantes, mas até mesmo pequenas mudanças são importantes para nos direcionar a maiores mudanças. E eu quero mudar um pouco como me expresso e como faço minha militância. Por hoje é só isso.

Beijos coloridos!



12 de out. de 2016

2 ANOS

Quando vi o calendário no finalzinho do mês passado, pensei: Nossa, que coincidência dia 12 cair numa quarta-feira, dia de postar artigo!

Sim, hoje o blog faz 2 anos de idade!
Em dois anos, quase 200 artigos e quase 26 mil visualizações!
Além das expectativas!

Inclusive, comprei um bolo gigante de sete camadas, cada uma com cada cor da bandeira LGBT. Mentira, não comprei, apesar que essa data merecia isso (eu mereço um bolo!).

Todxs nós somos uma metamorfose ambulante. Nossa tendência é estar em constante mudança. E sim, eu mudei. Quando pego um tempinho de algum dia aleatório para reler meus artigos antigos, eu percebo que mudei sim.

Como já falei, eu não tinha grandes expectativas para o blog. Pelo menos não em apenas um ano, e nem dois. Mas devo admitir que meus artigos atingiram um número de pessoas muuuito maior do que eu esperava! Um número que, para minha gratificação, continua aumentando.

Eu evoluí como pessoa. Justamente para poder escrever coisas que, de alguma forma, ajudassem outras pessoas a evoluir. Fico feliz em saber que certos artigos meus ajudaram alguém.

E minha militância evoluiu também. Pude levá-la até para a universidade em que estudo; estou criando junto com um grupo um coletivo LGBT oficial e atuante. O que isso tem a ver com o blog? Bem, militar aqui foi gradativamente me preparando para algo maior. Escrever aqui me ajuda também!

O blog é um refúgio para mim, um palco onde posso expressar minhas ideias e pensamentos. Aqui não é um espaço unicamente de militância social; é o meu espaço, uma extensão do meu mundo. E a data de hoje me faz relembrar que faz dois anos que criei coragem para me expor completamente ao planeta todo (se bem que não é o planeta todo que aparece aqui).

Espero que o Universo me permita estar aqui por muito mais tempo.

Não sou bom com textos sentimentais hahaha. E esse artigo está menos colorido que o do ano passado (mas ainda é de coração <3). Então finalizo agradecendo a todxs que me acompanharam ou me acompanham.

Até a próxima! :D



13 de fev. de 2016

Betsu-no-Shounen responde à tag Liebster Award

Batatas, o blogueiro doido que habita uma dimensão chamada "Cinema, Livros e Batata", me convidou para esse joguinho (como estou entediado, vou participar).



Regras:

- Escrever 11 fatos sobre você.
- Responder as perguntas de quem te indicou a TAG. 
- Indicar de 11 a 20 blogs. 
- Fazer 11 perguntas pra quem você indicar. 
- Inserir no post uma imagem com o selo Liebster Award. 
- Linkar de volta quem te indicou.



11 fatos sobre mim:

1- Eu sou muito chocólatra. Deve ser eu quem está acabando com o chocolate...

2- Eu até hoje nunca aprendi a tocar nenhum instrumento. Ainda vou aprender.

3- Eu faço histórias desde pequeno. Antes eu fazia com canetinha e lápis de cor. Agora escrevo mesmo.

4- Eu não gosto muito do meu bigode e barba. Prefiro meu rosto liso.

5- Eu adoro a cor vermelha.

6- Eu não gosto muito de pessoas. Queria ser um gato.

7- Eu queria ser pansexual, para assim gostar de todas as pessoas, sem distinções.

8- Eu sou um tanto contraditório às vezes.

9- Eu sou um esquerdista incurável. Não gostou? Pede meu impeachment!

10- Eu tenho muita vontade de cantar. Mas tenho vergonha...

11- Eu adoro brisar e sonhar acordado. Vivo num mundo de fantasia (não sou esquizofrênico).



Perguntas do Batatas:

1 - Quem é você?
R: Betsu-no-Shounen, ou Um Garoto Alternativo. Mas meu nome verdadeiro é Vitor Rubião.

2 - Sobre o que é seu blogue?
R: Sobre muitas coisas, mas foco principalmente em ativismo e movimentos sociais, como o LGBT. Posso falar às vezes dos movimentos feminista e negro. Aqui falo de tudo que gosto de falar. Gosto de passar informações, de provocar reflexões e debater múltiplos assuntos. Ah, e adoro gerar caos e polêmica.

3 - Compartilhe o seu segredo: diga a iniciativa ou postagem que mais trouxe visualizações ao seu blogue.
R: Até o presente momento, meu artigo mais visto é o "LGBT ou GGGG?", que discute sobre o quanto ativistas gays se esquecem das demais classes e só defendem seus direitos e privilégios.

4 - Prepare seu discurso de Miss/Mr. Universo:
R: O Diabo virou para mim e me disse "filho, sobe e aterroriza geral". Nasci para quebrar padrões. Nasci para problematizar. Nasci para desconstruir. E vou me dedicar a colorir esse mundo tão preto e branco o máximo que eu puder. Não adianta me xingar, me agredir ou me matar: meu espírito estará sempre vivo nesse caos chamado planeta Terra. Não gostou? Me processa.

5 - Que tipo de pergunta você odeia responder?
R: Qualquer pergunta relacionada a minha intimidade sexual, ainda mais com quem acabo de conhecer ou nem tenho afinidade. Se um homem interessado em mim já chega perguntando se sou ativo ou passivo, o assunto acaba ali mesmo.

6 - Se você pudesse viver em um mundo imaginário de qualquer filme, livro ou série, qual seria? Por quê?
R: Eu viveria no mundo da franquia Senhor dos Anéis. Pois gosto muito do trabalho de Tolkien. Acho que ele criou uma mitologia perfeita e incomparável dentro do gênero de fantasia.

7 - Qual seu casal fictício favorito?
R: Talvez seja Shrek e Fiona, porque quebram todos os estereótipos de contos de fada clássicos.

8 - Qual seu herói favorito? E qual seu vilão favorito? Quem venceria numa luta? Eles formariam um bom casal?
R: Acho que o Batman. E acho que o Magneto. Quero apostar no Batman. Talvez formariam um bom casal, afinal o Magneto tem todo aquele magnetismo (ba dum tis).

9 - Eu sei que é difícil escolher só um. Mas é só um. No cheating, ok? Qual é seu livro favorito?
R: Difícil mesmo. Vou pegar um nacional que li três vezes: Os Lusíadas. Talvez seja esse.



Blogs que indico:

Não conheço tantos blogs. Vou indicar só esses aqui:







Minhas perguntas:

1- Se você pudesse ser um animal, qual você seria e por quê?

2- Defina seu gosto musical.

3- Qual foi sua inspiração ou motivação para criar seu blog?

4- Se pudesse voltar ao passado, o que você mudaria?

5- O que você espera ser daqui a dez anos?

6- Você gosta de livros? Se sim, quais são seus gêneros favoritos?

7- Você gosta de animes e/ou mangás? Se sim, quais são seus favoritos?

8- Você gosta de videogames? Se sim, quais são seus consoles e games? Diga seus jogos favoritos.

9- Você gosta de séries? Se sim, quais são suas favoritas?

10- Diga as seis maiores características que definem sua personalidade.

11- Acha que sexo e sentimento andam juntos ou é possível separá-los? Se é possível, isso é sempre bom ou pode ser ruim?

12- Você acredita que a educação que recebeu em casa foi perfeita ou pelo menos suficiente em todos os aspectos?

13- Na vida, de maneira geral, você se identifica com qual alinhamento? Bom-Leal, Bom-Neutro, Bom-Caótico, Neutro-Leal, Neutro Verdadeiro, Neutro-Caótico, Mal-Leal, Mal-Neutro, ou Mal-Caótico?

14- Se você governasse seu próprio país, reino ou mundo, qual seria o nome dele?

15- Responda com toda sinceridade: qual preconceito você ainda tem dentro de você? Reflita bem.






Quem me indicou eu já linkei lá em cima.



Até a próxima, mortais!



12 de out. de 2015

Número 100 - 1 ano

Centésimo artigo em um ano! 


No dia 12 de outubro do ano passado nasceu meu pseudônimo, Betsu-no-Shounen (ou "Um Garoto Alternativo", para quem não curtiu a versão em japonês). E no mesmo dia, minha identidade alternativa expandiu seu mundo na forma de um simples blog.

Devo admitir que eu não esperava tantas visualizações em geral, mesmo em um ano. É um blog pequeno, sem muita repercussão, mas fiquei muito feliz por ter conseguido dividir meu mundo com pelo menos mais de três mil pessoas.

Foi engraçado quando percebi que eu podia lançar meu centésimo artigo justamente nesse dia. Para poder fazer isso, fiquei uma semana sem postar nada.

Nesse período de um ano, escrevi cada artigo com prazer. Muitos precisei pesquisar para assim passar informações verdadeiras ou coerentes a todxs. Não tenho o objetivo de alienar ou desinformar, quero que as pessoas sejam informadas e tenham senso crítico.

Cresci nesse período, como pessoa, como ativista LGBT e como alguém que luta contra o preconceito (pode me chamar de revolucionário, ou talvez progressista XD).

Farei meu melhor para escrever mais e mais artigos interessantes. Se necessário, farei mudanças aqui. E estarei sempre em busca de conteúdo para vocês.

Quero agradecer de coração à todas as pessoas que acessaram esse humilde e estranho espaço virtual.

Agradeço a quem me acompanha com frequência.
Agradeço a quem me visitou pelo menos uma vez.
Agradeço a quem gostou, não gostou, ou ainda não formou opinião.


Beijos na alma de vocês 



12 de out. de 2014

A Origem do Betsu-no-Shounen

Minha origem? Bem, um dia meu pai e minha mãe se conheceram e... Esquece, disso vocês já sabem hahaha.

Por onde posso começar? Acho que sou nerd desde sempre. Quando eu era pequeno, meus primos assistiam animes, e acabei pegando o gosto através deles. Eu já jogava videogame. Meu primeiro console foi o Nintendo 64. Sempre tive uma imaginação fértil e um espírito fantasioso; eu não apenas jogava o game, eu mergulhava no game. Sentia-me dentro da história, vivendo todos os fatos. Sempre quis entender a história dos jogos. Jogar por jogar nunca foi minha praia. Aprendi inglês pelo estimulo dos videogames, e até hoje aprendo coisas novas por eles (quem disse que games não são cultura???)

Uma matéria que sempre me interessou: ciência. Quando cheguei na 4ª série, a ciência foi separada em física, biologia e química. Eu amava todas! Futuramente tive dificuldade com física, mas meu amor por biologia e química apenas evoluiu. Inclusive atualmente curso Farmácia, uma área que mistura tudo isso, principalmente química e biologia.

Aos 10 anos, descobri que eu era gay. Isso nunca me perturbou tanto. Na verdade, só fui ligar para esse detalhe aos 13 anos, no início da puberdade. Ah, a puberdade... que fase gostosa! Bom, não vou contar detalhes dela porque esse não é o objetivo do post.

Dos 14 anos em diante comecei a dirigir um pouco mais minha atenção mais para os animes do que os games. Demorei para me abrir para os mangás (eu tinha um leve preconceito XD).

Em 2012, entrei na faculdade. Distanciei-me daquelas pessoas tão conhecidas do ensino médio, amadureci e abri minha mente. Tive um contato maior com os movimentos pró-LGBTs, os quais eu nunca dei tanta importância (por mais incrível que pareça!). Eu sempre soube o que pessoas como eu passavam diariamente na sociedade. Eu também não era tão alienado e desconexo da realidade... Confesso que teve momentos que tive medo, e até sofri depressão. O preconceito ainda é muito grande.

Juntamente com esses movimentos vieram mais duas linhagens igualitárias, as quais eu também nunca havia dado tanta importância: os movimentos feministas e os movimentos antirracismo. Embora LGBTs, feministas e antirracistas tenham suas respectivas lutas, todos eles têm algo em comum: a busca pela igualdade. Quando falo de igualitarismo, ou que sou igualitarista, o pessoal costuma pensar que me refiro apenas ao feminismo, que busca a igualdade de direitos entre homens e mulheres. Não! O igualitarismo não é só feminismo. Ele também luta pela comunidade LGBT e pelos negros. Essa ideologia diz que todxs, repito, todxs somos iguais! Todxs nós: homens, mulheres, heterossexuais, homossexuais, brancos, negros etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc. Somos seres humanos, apenas isso.

Embora eu me considere um cara com cultura, bem informado, com um conhecimento bem amplo e abrangente, nunca tive muito gosto por livros. Recentemente iniciei o hábito de ler, coisa que eu deveria ter feito há muito tempo. (se tivessem me estimulado a ler desde sempre... )': )

Hoje continuo acompanhando animes e mangás. Não jogo mais videogame, mas ainda acompanho lançamentos, walkthroughs e speedruns. Como nunca tive tantos games, aprendi a gostar de assistir jogadores passando games. É um hobby legal, acreditem! E, para finalizar, estou cada vez mais me aprofundando nas ideias dos movimentos igualitários. Acreditem ou não, esses movimentos me fizeram enxergar meus próprios preconceitos! Nunca pensei que eu pudesse conter machismo, racismo e homofobia internalizados e ocultados em mim. Mas isso pode ficar para outros posts.

Resumidamente, essa é minha origem.

Por que só agora decidi fazer esse Blog? Não sei dizer ao certo... Às vezes nem eu me entendo. Por que escolhi esse nome estranho? Sei lá. Mas sabe, estou aos poucos me acostumando com ele XD. 

O importante é que estou aqui. Estou aqui, continuarei aqui, e falarei, gritarei e aguardarei que minha voz seja ouvida (ou melhor, lida), e que minhas palavras possam de alguma forma ajudar as pessoas, divertindo-as ou fazendo-as refletir.

Paz para todos e hidratem-se. :D :D :D



(Símbolo do Igualitarismo)